Orgulho e Preconceito, é uma obra da autora Jane Austen que conta uma belíma história de amor entre classes sociais, como bem descreve a sinopse do livro:

 

Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica às mulheres na voz dessa heroína.

O livro foi tão bem sucedido em vendas, que como quase tudo em Hollywood, ganhou um filme sobre, saca só o trailer:

 

Até ai beleza, mas vem você e me pergunta: “Tá bom Mr. Trabs, tem um livro que é best seller, e um filme água com açúcar, mas e cade os zumbis nessa história?”

É ai que entra um gênero relativamente novo na literatura, o mash-up classic, que nada mais é do que pegar um clássico e escrever uma nova história sobre ele, como foi feito no Abraham Lincoln – o Caçador de Vampiros (que também foi para as telonas uma merda).

Este tipo de releitura, é algo que nos cinemas, acontece a muito tempo já, é só pensarmos no Hobbit, onde o Peter Jackson fez Tolkien se revirar no caixão, inventando uma nova personagem, a belíssima elfa e eterna Kate we have to go back Evangeline Lilly.

A mais nova adaptação hollywodiana de uma obra deste gênero, é baseada na ‘paródia’ escrita por Seth Grahame-Smith, e finalmente, onde estão os zumbis, o livro foi publicado em 2009, da uma olhada a diferença das sinopses:

 

Esta obra é uma releitura do romance de Jane Austen. A abertura dessa versão de Seth Grahame-Smith para a obra do século XIX lança as impressões geradas pela praga misteriosa que se abateu sobre os campos aristocráticos do Sul da Inglaterra, onde os defuntos estão retornando à vida e partem crânios de pessoas comuns para devorar seus miolos. Grahame-Smith transfigura as passagens do texto de Jane Austen numa comédia de costumes. Além dos embates civilizados e de cortesia entre o casal de protagonistas, inclui batalhas violentas em confrontos com sangue e ossos quebrados. Conjugando amor, emoção e lutas de espada com canibalismo e cadáveres em decomposição, ‘Orgulho e preconceito e zumbis’ busca transformar uma obra da literatura mundial em outra história para o leitor.

Sensacional, alguns acham um ultraje, que estão difamando histórias que devem ser eternizadas, sim pode até ser, mas são histórias que com o tempo vem morrendo, e cada vez mais despertando menos interesse do público geral, a dinâmica da cultura pop mudou, e estas releituras e adaptações trazem um maior interesse nas obras originais.

E por falar em adaptações chegamos ao objetivo deste post, foi divulgado ontem, 26/11, o trailer da adaptação para o cinema da obra parodiada, com uma trupie de mulheres lindas e bem treinadas que ao meu, me pareceu uma mistura meio louca em minha cabeça, de Sucker Punch com Planeta Terror, mulheres porradeiras e tomara alguma trasheira e gore, o que a julgar pelo trailer espero que exista, e tem tudo para ser um filme muito divertido, daqueles de desligar a cabeça e dar risada apenas.

O filme é da Lionsgate com previsão de lançamento em terras de Obama para fevereiro de 2016, em terras de Dilma, ainda sem previsão, tem no elenco Lily James e Sam Riley como o casal principal, além de Charles Dance (outro eternizado por um personagem Lord Tywin Lannister), Jack Huston, Bella Heathcote, Douglas Booth, Matt Smith, Charles Dance, e Lena Headey.

 

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